O caminho dos R$ 50 milhões até Dilma

O Antagonista já tem algumas pistas de como a propina da Braskem, negociada por Guido Mantega, chegou à campanha de Dilma Rousseff. Parte foi paga no exterior e outra parte entregue em dinheiro vivo no Brasil.

A Lava Jato já descobriu que João Santana recebeu cerca de R$ 25 milhões em contas offshore. Um investigador explica que a propina foi negociada em 2010, mas só disponibilizada entre 2014 e 2015.

Reparem que os R$ 50 milhões de saldo para o ‘Pós Itália’ na planilha da propina da Odebrecht manteve-se inalterado até o final de 2013. Os pagamentos para João Santana ocorreram justamente entre 2014 e 2015.

Quem conhece os detalhes da operação é Fernando Migliaccio.

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