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O casamento de conveniência entre PT, Centrão e bolsonaristas

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Os ataques de Augusto Ara à Lava Jato estimularam o PT, o Centrão e os aliados de Jair Bolsonaro “a formarem um improvável casamento de conveniência para esvaziar a operação”, diz Fábio Zanini, na Folha.

“A aliança informal ganhou fôlego desde que Aras começou a questionar pilares da Lava Jato, como a exclusividade sobre uso de provas e a autonomia da força-tarefa de procuradores. O procurador, antes criticado, passou a merecer elogios do PT, por exemplo (…).

Já os representantes do centrão, bloco que reúne cerca de 200 parlamentares de partidos como PP, PTB, PL, Solidariedade, Republicanos e PSD, sempre resistiram à investigação, até porque alguns de seus líderes são alvos de processos.

No caso dos aliados de Bolsonaro, o rompimento com a Lava Jato é mais recente, e motivado pela saída do ex-juiz Sergio Moro do Ministério da Justiça. Também pesa a investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas” na Assembleia do Rio, embora não seja tecnicamente parte da Lava Jato.”

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