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O caso Wajngarten e o PL de armas na Câmara

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Os bolsonaristas na Câmara esperam que o caso de Fábio Wajngarten –que reagiu a um assalto e, armado, rendeu um assaltante– faça o Congresso retomar as discussões sobre a posse e o porte de armas.

Como mostramos, a liderança do governo tenta avançar com um projeto de lei do Executivo sobre o tema.

O texto amplia para diversas categorias o acesso a armas e munições, como integrantes das carreiras de auditoria da Receita Federal, agentes de trânsito, advogados públicos federais e oficiais de justiça e do Ministério Público.

 

O projeto foi ressuscitado na semana passada, após o Planalto definir pautas de costumes como prioritárias. O líder Vitor Hugo, inclusive, conseguiu as assinaturas necessárias para pedir urgência para a proposta.

O aceno de Jair Bolsonaro aos apoiadores, no entanto, tem sofrido resistência da oposição. Em reunião de líderes na quarta (5), houve discussão entre Vitor Hugo, que cobrava a votação da matéria, e Alessandro Molon, líder do PSB, que defende que o texto não vá à frente.

A resistência também parte de Rodrigo Maia, que tem dito a parlamentares que o projeto sobre armas não é prioridade em meio à pandemia.

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