​O coadjuvante

No Estadão, João Domingos prevê que “em breve” o PMDB reassumirá seu papel mais comum desde a redemocratização.

“O PMDB deverá voltar a ser coadjuvante por uma série de razões. Uma delas, a mais evidente, pode ser atribuída à Operação Lava Jato. Praticamente sem exceção, os principais nomes do partido ou estão sendo investigados, ou estão presos, ou encontram-se sob risco de irem para a cadeia. O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), coleciona uma dúzia de pedidos de investigação. O presidente do partido, Romero Jucá (RR), também é citado pela Lava Jato, assim como ministros próximos a Temer. O próprio presidente corre lá seus riscos.”

Sem falar em Sérgio Cabral, Eduardo Cunha…

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