O complexo de pato

Quem criticasse os Jogos Olímpicos do Rio, com a Vila Cabeça-de-Porco Olímpica, mar e lagoa cheias de cocô e piscinas verdes infestadas de bactérias, era tido como portador do tal complexo de vira-lata inventado por Nelson Rodrigues.

Carlos Arthur Nuzman e Sérgio Cabral mostraram que sofremos mesmo é de complexo de pato.

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    1. “Copa pra quem? A Copa do mundo é no Brasil mas não é pros brasileiros. O país gasta rios de dinheiro com mundial de futebol em
      lugares onde sequer se atendem as necessidades básicas. É um absurdo achar que um evento esportivo seja mais importante que ver todas as crianças com a possibilidade de estudarem e trilharem seu futuro. Fora Fifa! Não vai ter Copa”. (Texto anônimo, escrito na porta de um banheiro feminino da Cobal Humaitá, na zona sul do Rio, em março de 2014, pouco antes de começar a rolar a bola nos gramados das superfaturadas e bilionárias arenas de futebol.)

    2. Que maravilha o Comitê Olímpico Internacional impôs sanções ao Comitê Olímpico do Brasil, os atletas não serão penalizados. Nuzman há décadas, vive como rei, sem teabalhar e envergonha aqueles que silenciaram ante essa desgraça de corrupção. E o Arthur Soares recebia contratos milionários, se chafurdando na lama da ladroagem. É o fim.

    3. Que maravilha o Comitê Olímpico Internacional impôs sanções ao Comitê Olímpico do Brasil, os atletas nai serão penalizados. Nuzman há décadas, vive como rei, sem teabalhar e envergonha aqueles que silenciara ante essa desgraça de corrupção. E o Arthur Soares recebia cintratos milionários. É o fim. Nuzman é lama? Mais uma vez a mesma turma, assaltando e fazendo se de gestor!.

    4. Todo mundo sabia que havia maracutaia em meio a Copa do Mundo e jogos olímpicos. Porém, creio que a crítica em um momento de festa não surte muito efeito. O povo estava inebriado. A prova é que o “complexo de vira-lata” suprimiu o “complexo de pato” em aquele momento festivo.

    5. A solução para esse Brasil sentimentaloide que por tudo chora enquanto os burocratas enchem os bolsos é a filosofia Nelson Piquet: “pra quem voce dedica o titulo? Ora, dedico pra mim mesmo, fui eu que ganhei”. Rapido, curto, direto e certeiro. Sem mais.

    6. Em nome do esporte os canalhas se locupletam. E para os tolos (idiotas?) torcedores só resta cantar “sou brasileiro, com muito orgulho…” Quem vê muito corpo se esquece um tanto do cérebro.

    7. querer querçíamos ,mas quando vímos o andar da carruagem, vímos a reala necessidade de sermso um paìs e nao um amontoado de ratos, pq nao só politicos foram ratos, mas TODOS os que ajudaram, e nao é por ser pobre, os pobres nem desconfiavam do qeu acontecia.

    8. Isso mesmo. Passamos aqueles tempos aqui levando lambada dos entustiastas por criticarmos o que estava na cara. Para os cariocas, entao, tudo nao passava de uma insanavel e incuravel inveja nossa do Rio de Xanêro. Ai que preguiça…

    9. PERFEITO COMENTÁRIO, ANTAGONISTAS!
      DESDE O PRINCIPIO ALERTEI PARA ISSO E COISA SEMELHANTE:
      ESSE POVO UM COMPLEXO DE SUPERIORIDADE INEXPLICÁVEL, TRATANDO-SE DE TERCEIRO MUNDO: NÃO RESISTE A CANTAR “SOU BRASILEIRO COM MUITO ORGULHO”

      1. Essa cambada de INÚTEIS que se voluntariou nas Olimpíadas do Pixuleco queria mesmo era aparecer.
        Todos tão imbecis quanto os adoradores do Molusco.

      2. Exatamente. A historia que esses burocratas contam para engabelar os entusiastas nacionalistas é tao boa, que essa gente topa trabalhar de graça e ainda vê muito orgulho em tudo isso. É um caso de psicanalise. Se fosse para ajudar alguns coitados necessitados, nao apareceria ninguem para trabalhar de graça. Mas para a endinheirada FIFA e o riquissimo COI, ai nao falta voluntario.