O custo da abandonada Granja do Torto, que foi um paraíso para Lula

Mesmo sem ser utilizada, a residência oficial da Granja do Torto, em Brasília, custa pelo menos 840 mil reais por ano, conforme informações do site Metrópoles obtidas via Lei de Acesso à Informação.

Michel Temer foi ao local duas vezes desde que assumiu o Planalto.

“Só a conta de água da casa chegou a R$ 10.049,60, em setembro – no mês anterior, o consumo foi semelhante, mostrando que o racionamento não é uma preocupação por ali. Ainda em setembro, o governo desembolsou R$ 24.237 com energia elétrica e R$ 9.062,80 com despesas de telefone.

Apesar de o local não ter qualquer função oficial atualmente, os gastos com ligações entre janeiro e setembro foram de R$ 78.944,42. Há 16 funcionários, um deles com salário de R$ 5.652,01, desviados de suas funções originais para prestar serviço na Granja. A manutenção geral da casa custa cerca de R$ 55,4 mil por ano (R$ 4.618,43 mensais).”

Lula foi o presidente que mais usou a Granja do Torto, inclusive tendo morado um tempo por lá. O espaço era palco de festinhas petistas.

A foto é da Agência Brasil:

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  1. Quanto mais atrasado e subdesenvolvido o país, maior o desperdício de dinheiro. Vivemos como se estivéssemos no Império: tem que deixar tudo em perfeita ordem, para o caso de, ao sabor do seu gosto, o “imperador” de plantão resolver dar uma passada lá.

  2. Eita ! Até o Zé Alencar ! Quase que o povo ia sisqueceno…
    Que bão que resgataru essa foto, sô !
    Assim o quadrilhão fica cumpreto…óia cobra !!! é mentira !!! é o Lula !!!

  3. Só de ver na foto o Lula com aqueles fiapo de chapéu-de-palha me deu vontade de sumir do Brasil. Mais se parece a um jeca macumbeiro. Isso sim é mais do que asqueroso. E dizer que esse espantalho caipira nos governou por duas vezes é mais vexatório ainda. Portanto, os resultados só podiam dar no que deu.

  4. Começo de fim de semana horrível. O telefone tocou no estúdio do fotógrafo, logo cedo.
    — Alô, Estuquinha?
    A voz rouca revelava, no escuro, a figura que estava do outro lado.
    — Excelência?
    — Acertou, garoto! Tá fazendo o quê, agora?
    — Dormindo… O que o senhor precisa?
    — Venha ao meu escritório. Tô aqui com os meus ‘adevogados’ e quero ver umas fotos.
    — Não vou atrapalhar?
    — Bobagem! Nem vão perceber. Traga as fotos, do nosso ‘tour pelo mundo’, querido.
    — Os slides mais quentes, também?
    — Com sol? Nunca! Só as fotos do arquivo confidencial.
    Duas horas depois, o fotógrafo estava sentado numa cadeira giratória encostada à parede, de frente para a mesa, onde meia dúzia de advogados, assistentes e um bando de aspones tomavam várias notas.
    Desde que chegou, nada do chefe. Uma canseira.

  5. Ignorado, aguardava instruções enquanto observava entediado, aqueles especialistas em dossiês, de quase todos os gêneros, revirando e consultando febrilmente, pilhas e pilhas de papéis de processos. Os dedos desocupados, automaticamente, estalavam em pequenos cliques. Um tique nervoso recém-adquirido. Não era pago para dar palpites. Sabia que a sua opinião seria a última a ser levada em conta naquela sala cheia de homens obcecados e que cobravam por hora, não por projeto, como era o seu caso.
    Estava a ponto de escapar dali, quando o chefe entrou na sala. O líder de todo o esquema fechou a porta devagar, deu alguns passos em direção à mesa e olhou carrancudo para todos sentados à sua volta. As rugas da testa, horizontais e profundas, juntaram-se como grades sinalizadas na sua expressão.

  6. O comandante era o único que respirava na sala. Sob o abrigo Adidas vermelho, sua nova farda, usava uma camisa preta com listras brancas horizontais, da Nike, que escondia um estádio ancorado e preso ao peito. Parecia sóbrio, indiferente ao sério conflito de patrocinadores esportivos que ostentava.
    Parou na cabeceira da mesa entre os sócios advogados. Antes de falar, rosnava e tossia para limpar a garganta ressecada:
    — Aham… É hora de dar uma oportunidade ao rapaz! — disse, seco, apontando para o fotógrafo.
    — O Estuquinha, chefe? O que ele entende de leis?
    O chefe bufou. Sob o olhar avermelhado, demonstrava uma frieza desumana. Balançou a cabeça ameaçadoramente para o lado. Fez uma pausa dramática e alisou a barba grisalha, sem emitir sentença. Todos espervam uma condenação geral.

  7. Com o braço no ombro do compadre, enfim, ordenou:
    — Hoje vamos fazer uma pausa, queridos. Vamos viajar na geopolítica numa sessão de fotografias históricas. Guardem os documentos!
    O ruído de papéis e maletas abrindo e fechando, por cima da mesa, invadiu a sala.
    Depois, o chefe olhou para o fotógrafo pessoal e disse:
    — Agora é contigo, querido!
    Surpreso, o fotógrafo aprumou-se na cadeira e levantou-se de um salto, com um sorriso abobalhado no rosto. Prevenido, retirou um pendrive da sua bolsa artesanal, de tecido angolano, e o inseriu no notebook, ligado ao projetor de teto da sala de reuniões.
    — Podemos começar, chefe?
    — Diminua as luzes e manda ver, querido!
    Havia pedido um slide-show para impressionar o grupo de advogados e seus jovens auxiliares.

  8. Entre as muitas maneiras de se aborrecer alguém por nada, uma das melhores é ver fotografias de viagem em grupo, atividade que deveria ser abolida de vez. O chefe não pensava assim. Queria esquecer dos problemas legais, comentar as imagens, contar vantagens e matar as saudades dos velhos tempos em que tudo era possível.
    A bizarra coletânea de fotos de suas viagens internacionais, surgiu no telão:
    — Vejam, queridos. Sou eu com o meu amigão Kadafi, em Isla Margarita! Um irmão mesmo! Uma festa e tanto. Pagou a conta sozinho. Olha a cara dele! Embriagado, com oito margaritas.
    — Quem são as mulheres, chefe?
    — As Margaritas. São primas. Olha o beiço caído do Chávez! E o Ortega mandando ver, na salsa! Que saudade! Me emocionei. Passa o slide, querido.
    — Compartilhamos o sofrimento, chefe!

  9. — Olha esse povo! Parecem tristes e famintos. Isso foi na África, chefe?
    — Adivinha onde, Cristiano?
    — Uganda. Esse aí, ao seu lado, é o Idi Amin Dada. Acertei?
    — Estudou geografia e história aonde? Esse é o meu amigo Mugabe, da Rodésia!
    — Zimbábue, chefe.
    — Vejo que prestou atenção na geografia do negócio, Estuquinha! Foi uma viagem histórica até aquela jovem democracia para oferecer meu pequeno apoio.
    — Foram US$ 98 milhões de apoio, do BNDES, excelência.
    — Prestou atenção até demais, querido! A sinceridade é de vidro e a boca fechada é de diamante.
    — Foi mal, chefe.
    — Vi no celular que ele tem mais de 90 anos. Puxa! São cerca de 35 anos no poder!
    — E daí, Cristiano? É só um título histórico. Não se julga uma “capa velha” pelo livro.

  10. Essa era a época em que a QÜADRILHA do “LULADRÃO é a SOLUÇÃO” & SEUS COMPARSAS, alegres, festeiros e forrados, reuniam o BANDO e,
    Nós é que DANÇÁVAMOS…

  11. — O ditado é ao contrário, chefe. Sem querer ofender.
    — O ditador é ao contário? É pré-histórico? Viu isso onde? Me ofende é esse seu dedo na telinha, bicho!
    — Pronto, desliguei o celular.
    — Mudo o slide, chefe?
    — Aham… vira logo a página! Antes que eu enfie uma burka no aparelho de alguém!
    — Falando em burka: Ali, abraçado ao senhor, é o Saddam?
    — Ahmadinejad, bicho! Molecada de memória curta, de araque! Não manjam nada de geografia.
    — A cerimônia, aí, era para assinatura do quê, chefe?
    — Quem lembra? Eram tantos memorandos de cooperação. Deve ser de Minas e Energia. Olha só, a bomba da minha ministra… tá ali atrás. Tire esse slide daí, antes que exploda de novo!
    A gargalhada foi geral, o que descontraiu um pouco o público.

  12. O chefe foi no embalo, recuperando sua autoconfiança e o brilho vidrado dos olhos:
    — Esse… esse é o Zé Eduardo. Meu amigo angolano. Figuraça! Ali, ao lado, o cunhado dele, o Dokolo, empresário da pesada e podre de rico! Minas de diamantes.
    — Sério?
    — Aham… nesse dia, ganhei uma lembrancinha sem importância. Pena que… extraviou!
    — Perdeu na bagagem?
    — Foi! A bolsa de tecido angolano, cabo de marfim. Nunca mais vi!
    — Estou com medo de perguntar uma coisa. Quem é a mulher na foto, sorridente?
    — Não é a filha bilionária do homem? A Isabel?
    — Nunca vi de perto, chefe. Os seguranças angolanos não deixaram.
    — Dá pra aumentar a imagem, Estuquinha?
    — Vou tentar, excelência.
    — Mais, mais perto! Assim… Peraí! Pra esquerda. Desce a imagem. Aumenta!

  13. — O rosto saiu do enquadramento. Quer um ‘close’ das pernas dela?
    — Na tela. Amplie. Olhe, no pé dela! Minha nossa!
    — Bonita sandália… adornada de diamantes.
    — A bolsa! A bolsa desaparecida! Vejam! O tecido angolano recheado, da ilha de Sassuolo!
    — É Mussulo, chefe! Sassuolo fica na Itália e não é ilha.
    — Como sabe dessa geografia, Estuquinha?
    — Tenho uma bolsa igual, ali no chão.
    — Que história é essa? Quem te deu isso?
    — O senhor, durante o nosso tour pela África. Disse que era pra guardar com carinho.
    — Passa pra cá! Devolve, bicho!
    — Tá velha e puída, chefe!
    — A lembrança é que importa! Solta, querido!
    — Guardo minhas bugigangas nela!
    — Esvazia esta droga! É o forro privilegiado que me interessa!

  14. Festinhas petistas com o dinheiro público. E isso lá é coisa de comunista? Com todo esse dinheiro jogado fora, será que a Dilma não plantou nem um cantinho de mandioca pra aproveitar a água que vai fora? Pra avalizar o espanto de tudo isso, como é que um país pode ser considerado sério com tantas atrocidades com o dinheiro do povo contribuinte?

  15. PRIVATIZAÇÃO DE TODA ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS, PALÁCIO DO PLANALTO E TODOS APARTAMENTOS FUNCIONAIS! PRIVATIZEM TODA BRASÍLIA JÁ! ANTRO DE CORRUPTOS E DE BARNABÉS MALANDROS, MARAJÁS E PREGUIÇOSOS! disse:

    O que é que custa vender esse lixo?
    O Brasil deveria PRIVATIZAR toda Brasilia, vender toda Esplanada dos Ministérios, vender o Palácio do Planalto, vender todos os apartamentos funcionais do Congresso Nacional, as casas…, tudo e mudar a sede do Governo para o Rio de Janeiro ou São Paulo.
    Não faz mais o menor sentido essa quantidade de imóveis em poder do Estado. Poderia fazer algum sentido nas décadas de 60/70, ainda mais num mundo moderno, digital e veloz como vivemos hoje em dia. Chega de sustentar bandidos! Chega de sustentar NABABOS!

  16. Esse é aquele lugar das festas com a curiola vestida de maneira ridícula e a cachaça “ROLAVA SOLTO”.
    Fechem esse negocio!!! o trabalhador sendo apertado por todos os lados, e nosso dinheiro sustentado um troço desse.