O desembargador contra o “seguro-propina”

O Valor noticia que a construtora Galvão queria, por meio de um processo de arbitragem, que uma seguradora cobrisse os custos de indenização com a Lava Jato de um ex-diretor seu pego pela operação.

Ao analisar o pedido e manifestar-se contra o encaminhamento do caso à arbitragem, o desembargador Cesar Ciampolini, do TJ de São Paulo, disse que a cobertura por parte da seguradora seria o equivalente a criar um “seguro-propina”.

“O criminoso não pode demandar direitos decorrentes de atividade criminosa”, completou Ciampolini.

Está certo. Que sirva mesmo de precedente.

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  1. Era mesmo só o que faltava. Todas essas empreiteiras envolvidas no Petrolão e outros esquemas de corrupção criados pelo PT tinham que ser desapropriadas e leiloadas para ressarcir o erário público.