O despacho primoroso de Gebran Neto

O despacho do desembargador João Pedro Gebran Neto, que negou o segundo habeas corpus a Marcelo Odebrecht é um primor.

Ele disse que:

“A reiteração das condutas delituosas demonstra não só a indiferença do paciente perante o direito, mas também revela maior risco à ordem pública e à necessidade de cessar a atividade criminosa.

E ainda:

“(Estão) presentes os pressupostos para decretação da prisão preventiva, seja por força do risco à instrução processual, dada a existência de indicativos que o paciente pretendeu destruir provas, seja à ordem pública, ante a reiterada e multiplicidade de condutas ilícitas praticadas por meio de pessoas jurídicas, as quais até hoje mantém contratos com a administração pública.”

“A reiteração das condutas delituosas revela maior risco à ordem pública”

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