O destino de Dilma depende das ruas

O Antagonista estreou em 1° de janeiro de 2015, no dia da posse de Dilma Rousseff.

A data foi escolhida a dedo.

O que dissemos em nosso primeiro post, reproduzido abaixo, pode ser repetido hoje, sete meses e meio mais tarde: “O destino de Dilma Rousseff depende das ruas”.

Leia aqui, por favor:

Dilma Rousseff sobe a rampa do Palácio do Planalto.

O Antagonista espera que, daqui a alguns meses, seu mandato seja cassado – democraticamente cassado – e ela tenha de percorrer o caminho inverso, rolando rampa abaixo, como Vampeta.

É o primeiro item da lista de bons propósitos deste jornal: trabalhar pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Ainda é cedo para esse desfecho. Falta a prova incontestável de que o esquema de propinas da Petrobras financiou a campanha presidencial. Se os responsáveis pela Lava Jato puderem continuar a investigar, porém, a prova aparecerá.

Por que temos tanta certeza assim? Porque o esquema de propinas foi montado exatamente para isso: para bancar campanhas eleitorais, em particular as do PT.

A possibilidade de obtermos o impeachment é mínima. Se não houver pressão, o Congresso Nacional, que participou alegremente do estelionato na Petrobras, nem cogitará incriminar a presidente. E tucano só é bom de bico.

O destino de Dilma Rousseff, portanto, depende das ruas. E O Antagonista já está batendo as panelas.

Vamos fazer Dilma rolar rampa abaixo

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