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O drible de Emílio Odebrecht

Sete dias antes de iniciar o processo de recuperação da empresa, Emílio Odebrecht doou para filhos e genro sua participação na holding Boavista Participações, informa a Crusoé.

“A transferência das quotas da firma embute uma jogada importante: era em nome da Boavista que estava registrada a rica coleção de obras de arte de Emílio, além de dezenas de outros bens de luxo cuja soma, em valor histórico, ultrapassava os 100 milhões de reais.”

A manobra chamou a atenção de alguns credores, que foram reclamar à Justiça. Eles argumentam que Emílio pode prejudicá-los, porque, se a empresa não pagar as dívidas, não será possível alcançar os bens do dono da Odebrecht para acertar as contas.

Leia a reportagem completa AQUI.

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