O enriquecimento do ministro

Telegram

Em 2013, Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro, era figura do segundo escalão na política de São Paulo quando foi à Justiça para reclamar do valor da pensão que deveria pagar aos dois filhos pequenos, diz a Crusoé.

Seu patrimônio, no ano anterior, era de 1,4 milhão de reais. Ele usou dois argumentos para convencer o juiz. O primeiro, que seus honorários como advogado estavam em franca decadência. O outro era que, naquele ano, seu salário no cargo de secretário particular do então governador Geraldo Alckmin era de parcos 12 mil reais. Salles explicou que, assim, não conseguiria pagar 8,5 mil reais de pensão.

Nos anos seguintes, porém, ele avançou em três frentes. De pai com dificuldades financeiras, ascendeu na política, acumulou suspeitas (e uma condenação) e fez fortuna. Seu patrimônio chegou a 8,8 milhões de reais no ano passado – mil vezes o valor da pensão.

Será que o novo presidente se dobrará à velha política? Entenda aqui

Leia a reportagem completa aqui.

Comentários

  • Abraão -

    Antagonista e Crusoé são a mesma coisa nas reportagens podres... e os dois tem esquerdopatas enrustidos no comando... São amantes da globolixo. O Dantas e Felipe devem sair do meio dessa turma ruim

  • Soraia -

    O Estado é o principal fator da injustiça social. O problema é que proventos e benesses de funções públicas, deixam qualquer um rico. Todos os salários públicos deviam ser revistos para baixo.

  • Paulo -

    Patrimônio é uma coisa, liquidez é outra. Dar pensão aos filhos é obrigação, mas 8 mil reais não está dando? Essa mãe das crianças deve gastar muito em festas, bebidas e maquiagem.

Ler 141 comentários