O esquema criminoso não foi estancado

No pedido de prisão de Nestor Cerveró, o Ministério Público afirma – e é a manchete de hoje de O Globo e do Estadão – que o esquema criminoso montado na Petrobras “não foi estancado”. No mesmo pedido de prisão, os procuradores acrescentam que “as propinas milionárias, para obter benefícios desmedidos em contratos de centenas de milhões ou bilhões de reais”, eram embolsadas pelos “partidos e agentes políticos”. Retomando o post anterior, sobre a defesa apresentada pela UTC Engenharia: o esquema criminoso só será estancado quando os partidos e agentes políticos forem punidos.

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