O eufemismo do caixa 2

Em entrevista ao Estadão, o vice-procurador geral eleitoral, Nicolao Dino, disse que “não há como fazer a separação entre caixa 2 e corrupção, ambas são condutas graves, porque ambas implicam desequilíbrio na disputa, ambas maculam a legitimidade do processo eleitoral, ambas implicam abuso de poder e ambas implicam frustração do eleitorado em relação àquilo que ele pretende em termos de realização de democracia. Não há eufemismo possível para caixa 2”.

O eufemismo impossível já está sendo usado pela PGR no caso das delações da Odebrecht para tentar separar corrupção e caixa 2.