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O fedor bolsonarista

O Estadão compara o governo de Jair Bolsonaro a um cadáver putrefato, em editorial sobre o escândalo da Covaxin
O fedor bolsonarista
Foto: Adriano Machado/Crusoé

“O governo de Jair Bolsonaro está se decompondo”, disse o Estadão, em editorial sobre o caso da Covaxin.

“E o mau cheiro começa a ficar insuportável (…).

Aos brados, em nome do presidente, o secretário-geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, anunciou que Bolsonaro mandou a Polícia Federal investigar os irmãos Miranda, especialmente o deputado Luís Cláudio, um conhecido bolsonarista. ‘Deus está vendo’, disse Lorenzoni, e acrescentou, menos sutil que Don Corleone: ‘Mas o senhor não vai só se entender com Deus, vai se entender com a gente também’.

Como acontece com os cadáveres, a luz do sol acelera a putrefação moral do governo. Mais do que nunca, é preciso desenterrar o que a truculência bolsonarista quer esconder.”

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