O fim do sigilo de Funaro

Rodrigo Janot quer tirar o sigilo dos depoimentos de Lúcio Funaro.

O plano, claro, é constranger os deputados.

Mas a PGR ainda precisa encontrar um argumento capaz de convencer o STF.

Diz O Globo:

“O entendimento que vigora na Lava Jato em Brasília é que, sempre que a delação permanece em sigilo após a homologação, os atos relacionados a ela — como uma denúncia — também ficam sigilosos. Essa regra pode ser aplicada à denúncia contra Temer, segundo fontes que acompanham as discussões na PGR e no STF.

O que difere essa situação de todas as outras anteriores é que uma denúncia contra o presidente da República precisa ser submetida ao plenário da Câmara. A falta de precedentes de casos assim — sigilo de uma delação em denúncia contra o presidente — alimenta a indefinição sobre o que fazer, conforme integrantes do grupo de trabalho da investigação.”

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  1. Isso tem que ser do conhecimento geral do povo até para saber o ser que é esse Temer e com isso como os nossos políticos são de verdade. Tem que tirar o sigilo e pronto Temer e companhia que se ardam se virem.

  2. Ler mais 10 comentários
    1. Isso tem que ser do conhecimento geral do povo até para saber o ser que é esse Temer e com isso como os nossos políticos são de verdade. Tem que tirar o sigilo e pronto Temer e companhia que se ardam se virem.

    2. O povo brasileiro tem o direito de saber o que se passa em todas as investigaçoes. Somos parte interessada e lesada por toda essa roubalheira. Nao pode haver sigilo! Sigilo só favorece os bandidos envolvidos.

    3. STF, independentemente de quem seja delatado ou acusado, sempre, em qualquer circunstância os dados devem ser de conhecimento da população. O judiciárionão tem o direito de manter segredos em suas mãos indefinidamente. Segredo só da polícia enquanto investiga uma situação, fora disso negativo!

    4. Sobre a Anta Sapiens que atrasou o país em 20 anos:

      Dilma era apenas um poste, que Lula conseguiu fincar na Praça dos Três Poderes. Sete anos depois, Dilma não é mais nada, não serve para nada, não é ouvida em nada. É como a viúva Porcina, criada por Dias Gomes – “aquela que foi, sem ter sido”. (C.N.)