O futuro do Podemos

O futuro do Podemos
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Nesta legislatura, o Podemos (antigo PTN) acabou ganhando protagonismo, sobretudo no Senado: com atualmente nove senadores, o partido tem a terceira maior bancada da Casa, atrás somente de PSD e MDB.

O grupo liderado por Alvaro Dias conseguiu se firmar como lavajatista, defendendo bandeiras como o fim do foro privilegiado e a prisão de condenados em segunda instância. Em 2019, foi o Podemos que liderou a criação do “Muda, Senado”, grupo que vem tentando resistir aos atritos internos.

De lá para cá, porém, muita coisa mudou. A Lava Jato morreu e o partido vê cada vez mais distante a possibilidade de lançar Sergio Moro como candidato ao Planalto. Na sucessão de Davi Alcolumbre, a bancada não conseguiu nem sequer chegar a um consenso e acabou somente “manifestando apoio” à candidatura de Simone Tebet (MDB).

O futuro do partido parece estar sendo desenhando mesmo é na Câmara. Comandada pela deputada Renata Abreu, presidente nacional da sigla, a bancada de somente 10 integrantes pulou no colo do Centrão, apoiando Arthur Lira, o candidato oficial de Jair Bolsonaro.

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