O governo do hashtag

Floriano Barbosa, da Secom, “quer fazer encontros esporádicos com blogueiros e youtubers, para tentar rearticular a rede de seguidores do presidente na internet”, diz o Estadão. “É justamente o setor das redes sociais, onde Bolsonaro sempre teve boa desenvoltura, que mais preocupa ministros militares e civis que despacham no Planalto.”

O governo pode comprar a esgotosfera e abarrotar o Twitter de propaganda, mas a realidade sempre acaba se impondo.

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