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O home office de Salles

Polícia Federal suspeita que o escritório de advocacia do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é uma empresa de fachada para justificar o recebimento de propina
O home office de Salles
Foto: Ministério do Meio Ambiente/Flickr

“A Polícia Federal suspeita que o escritório de advocacia do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é uma empresa de fachada para justificar o possível recebimento de pagamentos indevidos”, diz Bela Megale.

A suspeita surgiu depois que buscas em endereços de São Paulo registrados como vinculados ao à banca Carvalho de Aquino e Salles Advocacia não encontraram “um escritório em funcionamento.”

Um dos locais era a residência da mãe do ministro, Diva Carvalho de Aquino, sócia do filho. No outro local, nenhuma sala comercial vinculada ao ministro foi encontrada pelos policiais. “Pessoas próximas a Salles afirmaram que o escritório vinha funcionando na residência da mãe e que apenas ela seguia atuando no negócio.”
 

A Operação Akuanduba descobriu que Salles recebeu R$ 7 milhões entre 2012 e 2020, quando ele exercia funções públicas — primeiro de secretário de Geraldo Alckmin e depois como ministro de Bolsonaro.

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