O ladrão de ladrão

Nesta semana, a Veja mostra que Paulo Roberto Costa mentiu. Não sobre os políticos que delatou, mas sobre as contas que disse ter no exterior.

A revista apurou que quase 5 milhões de dólares que ele está devolvendo, do total da propina de 31,5 milhões de dólares recebidos da Odebrecht, não são de contas suas, mas de quatro empresas offshore no nome de João Procópio de Almeida Prado, um dos operadores do doleiro Alberto Youssef.

Os procuradores e advogados do caso não acreditam que essa mentira anule o acordo de delação premiada de Paulo Roberto Costa. O ladrão de ladrão, no entanto, terá de dizer onde está o resto do dinheiro que ele próprio recebeu.

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