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O legado de Moro como ministro da Justiça e da Segurança Pública

O ex-juiz ficou no governo Bolsonaro durante um 1 ano e 4 meses; ele deixou a pasta denunciando a interferência do presidente na PF
O legado de Moro como ministro da Justiça e da Segurança Pública
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Marcelo Knopfelmacher, advogado criminalista, escreveu no Estadão que o balanço da gestão de Sergio Moro (foto) à frente do Ministério da Justiça e da Segurança Pública “é extremamente positivo”, a despeito da grande dificuldade que foi imposta a ele pelo próprio governo e pelo Congresso.

O ex-juiz da Lava Jato foi ministro por praticamente um ano e quatro meses — ele deixou a pasta em 24 de abril de 2020, denunciando a interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

Knopfelmacher destacou, em seu artigo, alguns programas e ações tocados por Moro no governo Bolsonaro: a transferência de líderes de facções para presídios federais; o envio de homens da Força Nacional para auxiliar cidades e Estados (o caso do Ceará, por exemplo); a criação de centros integrados de inteligência; e o registro de apreensões recordes de drogas.

O advogado lembrou que o pacote anticrime, encampado pelo ministro Moro, foi significativamente desfigurado no Congresso.

“O Brasil precisa de mãos firmes para conduzir esses temas tão essenciais à manutenção do Estado de Direito, sendo certo que a gestão Sergio Moro deixa um legado importante a ser seguido pela pasta.”

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