O menino “não quis comentar sua relação com o bar”

O Antagonista foi o primeiro a publicar que o pajem de Dilma Rousseff, Anderson Dorneles, estava sendo demitido.

O Antagonista explicou o motivo de sua demissão: ele se tornou sócio oculto de um bar no estádio do Beira-Rio, cedido pela Andrade Gutierrez.

A Folha de S. Paulo, hoje, tem uma reportagem sobre o assunto, intitulada “Adeus, menino”.

A reportagem diz:

“O temor da delação premiada dos executivos da Andrade Gutierrez selou o destino de um dos mais fiéis assessores presidenciais.

No fim do ano passado, começou a circular a informação de que ele seria sócio de um empreendimento (o RedBar). O conteúdo da delação da Andrade obrigou o jovem gaúcho a ter uma conversa definitiva com a chefe. Ficou acertado que ele sairia (do cargo).

Procurado, Anderson não quis comentar sua relação com o bar”.

Só isso? Dilma Rousseff afastou um de seus mais fiéis assessores – “o menino” – porque temia a delação premiada da Andrade Gutierrez e acha que não precisa explicar nada para ninguém?