O novo estelionato eleitoral do PT

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Com Fernando Haddad, o PT se prepara para um novo estelionato eleitoral.

Diz o editorial da Folha de S. Paulo:

“Paradoxalmente, Lula torna Haddad vulnerável. O ex-prefeito de São Paulo surge no pleito na condição de preposto, estafeta — um poste, como se diz no jargão eleitoral — de seu padrinho.

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Se tal imagem já não convém a um presidenciável, há o agravante da experiência vivida com o desfecho desastroso do governo de Dilma Rousseff, outra criação lulista.

Outro complicador é que a insistência do partido em carregar a candidatura fictícia de seu cacique até o último instante possível encurtou o espaço de Haddad na propaganda de rádio e TV.

Ele precisará agora dedicar a maior parte do tempo a vincular seu nome ao do ex-presidente. Isso significa que a campanha não terá como foco a exposição de propostas para tirar o país da crise em que a administração petista o lançou.

Dado que o candidato tem chances reais de vitória, a tentativa de associá-lo à memória dos anos Lula, somada a uma discussão programática rasa, eleva os riscos de novo estelionato eleitoral.”

Comentários

  • Joao -

    È realmente decepcionante ver que ainda tem gente que vota nesse homem depois dele ter sido um desastre gerencial tanto no MEC quanto na Prefeitura de São Paulo, Pelo amor de Deus.

  • Rogéria -

    Registre-se que nesta configuração, o maior partido do Brasil e grande vencedor das eleições 2018 É O ANTI-PETISTA. E aceita q dói menos. Não passarão.

  • Homem -

    E desde quando o populacho de Lula entende alguma coisa de propostas de governo? Para os ignorantes basta que o Criminoso puxe pelo cabresto o Burriquinho e o chame de MEU! Niiiiiiiii!

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