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O ódio continua no gabinete

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Jair Bolsonaro “teria admitido, em conversa com ministros e auxiliares diretos, que a guerra digital desgastou o governo”, diz o Estadão.

Apesar disso, ele “pretende manter em seus postos os principais integrantes do gabinete do ódio”.

Alguém está mentindo.

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