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"O olavismo passou de piada a doutrina oficial do governo"

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Bernardo Mello Franco, colunista de O Globo, não gostou da escolha de Ricardo Vélez Rodríguez para ministro da Educação.

Leia um trecho da sua coluna:

“O lobby evangélico bateu na trave (ao apoiar Guilherme Schelb). À noite, Bolsonaro anunciou a nomeação de Ricardo Vélez Rodríguez. Apresentou-o como ‘filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente professor emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército’. Esqueceu de apontar o pai da indicação: o ideólogo e polemista Olavo de Carvalho.

O guru ultraconservador já havia emplacado o trumpista Ernesto Araújo nas Relações Exteriores. Agora apadrinha o ministro da Educação, que repete suas teses reacionárias com a vantagem de não usar palavrões. O olavismo passou de piada a doutrina oficial de governo. Parece ser a hora de adaptar um lema de outros tempos: ‘Chega de intermediários, Olavo para presidente!’.”

Os generais acompanham as primeiras ações do futuro governo — e não aprovam tudo... LEIA AQUI

Comentários

  • Nilton -

    Não gostou, Bem? Mude-se para Cuba, ou Venezuela, ou Coreia do Norte, ou Irã, ou Palestina, ou mais perto, Nicarágua, Honduras, Bolívia, ou vá para a devida... já sabe, né?

  • Antonio -

    Uma observação importante: Olavismo não existe.

  • Zilda -

    Eu gostaria que esses jornalecos petralhas fossem tão “vigilantes” quando o Babdidówski quisesse soltar o Lulladrão, o Toffolento soltasse o Dirceu e Gilmar advogasse contra a Lava Jato!

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