O operador de Lula e Delúbio Soares

A propina para a campanha de Lula, em 2006, não foi a primeira a ser negociada por José Carlos Bumlai.

Salim Schahin contou à Lava Jato que o empréstimo de 12 milhões de reais que seu banco concedeu a José Carlos Bumlai, em 2004, teve a mesma finalidade.

Folha de S. Paulo:

“Segundo o acionista do grupo Schahin, Bumlai disse que o dinheiro era destinado ao PT.

Para provar que falava sério, Bumlai marcou um encontro entre os executivos do banco e o então tesoureiro do PT, Delúbio Soares.

Salim Schahin disse que o encontro ocorreu num escritório do grupo na rua Vergueiro, na zona sul de São Paulo”.

E também:

“Bumlai nunca pagou o empréstimo, mas teve a dívida perdoada em 2009, dois anos depois do contrato com a Petrobras”.

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