O operador de Lula

O Antagonista sempre tratou José Carlos Bumlai como o operador particular de Lula.

As denúncias de Salim Schahin, reproduzidas pela Folha de S. Paulo, provam esse fato.

Eles contou aos investigadores da Lava Jato que as negociações para saldar as dívidas de campanha de Lula “ocorreram no fim de 2006, após a reeleição. Em 2007, poucos meses depois da conversa com Bumlai, a construtora do grupo Schahin assinou com a Petrobras um contrato de US$ 1,6 bilhão para operar o navio-sonda Vitória 10.000”.