O operador do PT

O estaleiro Keppel Fels repassou propina para a campanha de Dilma Rousseff por meio de João Santana.

Repassou-a também por meio do PT.

Zwi Skornicki, em seu depoimento a Sergio Moro, disse que uma parte da propina do contrato da P-56 foi depositada como doação oficial ao partido.

Ele disse também que fez pagamentos no exterior em nome de Claudio Mente, operador ligado a João Vaccari Neto.

A Lava Jato tem de se concentrar nele.

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Não esqueçam de Claudio Mente

Brasil 04.07.16 17:34

A Lava Jato anexou aos autos da Operação Abismo um termo da delação de Alberto Youssef em que o doleiro revela que Roberto Capobianco, da Construcap, pagou R$ 2 milhões em propina de uma obra na Bahia.

O dinheiro, segundo ele, foi entregue pelo próprio Capobianco a Claudio Augusto Mente, que repassou os valores a Youssef.

O Antagonista já tratou aqui de Claudio Mente, importante operador. Além de amigo de Capobianco, Mente é ligadíssimo a João Vaccari Neto, com quem operou nos fundos de pensão.

Sócio de José Janene na CSA Finance, Claudio Mente também foi parceiro de negócios de Miguel Ethel Sobrinho, doleiro da família Sarney, na CSA Securitizadora de Ativos – empresa nunca investigada pela Lava Jato.

Ainda dá tempo, amigos!

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