O pacto de silêncio tem de ser rompido

A Camargo Corrêa, assim como a UTC, está disposta a confessar seus crimes na Petrobras. O acordo com o Ministério Público ainda não foi assinado porque os procuradores exigem que a empreiteira confesse também seus crimes em outras estatais e demais áreas do governo.

A Folha de S. Paulo diz que as empreiteiras romperam seu pacto de silêncio depois da morte de Márcio Thomaz Bastos, advogado da Camargo Corrêa e da Odebrecht. O que a Folha de S. Paulo não diz é que Márcio Thomaz Bastos era, antes de tudo, advogado do PT e de Lula. O seu papel era impedir que a Lava Jato atingisse o governo.

Se a Camargo Corrêa confessar seus crimes, o Brasil nunca mais será o mesmo.

O silêncio de Márcio Thomas Bastos

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