O `papatudo´ de Ney Suassuna denunciado pela Operação Calvário

O Ministério Público da Paraíba afirmou que ficou comprovada a participação do ex-senador Ney Suassuna no esquema desvendado pela Operação Calvário, seja recebendo um espécie de mesada de R$ 40 mil desembolsada por delator ou com pagamentos feitos pela empresa PAPATUDO que somaram R$ 2,4 milhões.

Os promotores afirmam que Suassuna foi o responsável por apresentar  Daniel Gomes, operador do esquema de desvios de recursos públicos investigado na operação, ao ex-governador Ricardo Coutinho.

Os investigadores dizem que Suassuna, por ter viabilizado as negociações de Gomes com o Estado da Paraíba, passou a pedir e receber do colaborador a importância mensal de R$ 40 mil reais, mais o aluguel de 10 apartamentos de propriedade do citado denunciado.

“Portanto, restou comprovada a participação e o envolvimento decisivo do denunciado NEY SUASSUNA na ORCRIM, apresentando-se como personagem relevante na sua instalação no Estado da Paraíba, sendo beneficiado financeiramente por sua conduta. Outrossim, não descure que este réu potencializou a ação danosa do grupo denunciado contra o patrimônio público do Estado, fazendo a indicação de diversos agentes econômicos para o usinamento de propinas”.

“A prova amealhada revelou que DANIEL GOMES extraia a mensalidade acordada de algumas fontes: do caixa da propina das OSS ou dos contratos feitos com as empresas indicados pelo filho de NEY SUSSUANA, de nome FABRÍCIO SUASSUNA, corporações estas, a exemplo da KATRACA, que emitiam notas fiscais, simulando a prestação de serviços (nunca executados) como forma disfarçada para lavar dinheiro. Os valores eram entregues, na casa deste denunciado, e submetidos à prestação de conta”, afirma a denúncia.

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  1. LLucia disse:

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