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Crusoé: o passado e o futuro de Moro

Em sua coluna na Crusoé, Sergio Moro aliou a defesa da legalidade às necessidades urgentes da economia, indicando o caminho de sua candidatura
Crusoé: o passado e o futuro de Moro
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Sergio Moro só vai ser eleito presidente da República se souber aliar a defesa da legalidade às outras prioridades do Brasil, em particular a economia.

Em sua coluna na Crusoé, ele mostrou como pretende fazer isso:

“Controlar a inflação, como se fez com o Plano Real, assim como prevenir e combater a corrupção, como se fez durante a Lava Jato, são conquistas civilizatórias. Essas ações não pertencem a governos ou a autoridades públicas específicas, pois só foram possíveis com amplo apoio da sociedade civil organizada e da população. Já os responsáveis pelo descontrole da inflação e pelo desmantelamento dos controles sobre a corrupção são mais facilmente identificados, já que a responsabilidade não é aqui coletiva, mas sim localizada em políticas públicas equivocadas cujos autores são nomináveis.”

Ele escreveu também, a respeito da orgia fiscal bolsonarista:

“Não há um trade off necessário entre incremento de políticas sociais e responsabilidade fiscal. O que se demanda é diminuir os desperdícios, realocar despesas e focar as políticas sociais no que é prioritário, além de torná-las eficientes. Não parece ser essa a estratégia do momento. Infelizmente, o risco de retrocedermos a um cenário de inflação descontrolada, normalmente acompanhada por juros altos, desemprego elevado e estagnação econômica, não pode ser negligenciado.”

Assine a Crusoé e leia aqui a coluna completa se Sergio Moro.

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