O pecado, segundo Alckmin

O Estadão:

“Alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo por suposto enriquecimento ilícito e ato de improbidade, o secretário Edson Aparecido, da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin, (disse que) pegou emprestados R$ 110 mil em 2006 de sua ‘assistente pessoal’ e de sua então namorada, com quem hoje é casado, para completar o valor de compra do apartamento 181 do edifício ‘Maison Charlotte’. Os empréstimos não foram declarados ao Imposto de Renda, segundo declarou o homem de confiança de Alckmin em depoimento à Promotoria.

Edson Aparecido deverá deixar a Casa Civil nesta sexta, mas não pelo fato de estar sob investigação – ele perdeu espaço no Palácio dos Bandeirantes por não ter feito campanha para o empresário João Doria nas prévias do PSDB.”

Repetindo: o pecado do investigado Edson Aparecido foi não ter feito campanha para João Doria, que fez o diabo para ganhar as prévias do PSDB, sob a batuta de Alckmin.

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