O policial de Janete

A respeito do livro que Dilma Rousseff pretende escrever, Rui Castro lembra na Folha que a história pode tomar um rumo curioso:

“Jânio (Quadros) também queria escrever um policial. Mas não teve tempo porque, em 1985, elegeu-se prefeito de São Paulo. Já Dilma pode ir em frente, pelo menos enquanto não se tornar, ela própria, personagem de uma trama parecida com as que diz ter lido. Aliás, seria um achado digno dos clássicos do gênero: a autora que é, ao mesmo tempo, condutora e objeto de uma investigação sobre um grande esquema criminoso. No último capítulo, com todos os suspeitos numa sala, ela revela que o culpado é… não sabe.”

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