O preço do presidente ‘impichado’

A assessoria de Fernando Collor de Mello negou ao Estadão que ele desvirtue a cota parlamentar, mas informou que não poderia especificar quais são os serviços contratados por envolver questões de segurança.

Detalhe: “Por ser ex-presidente, Collor já tem direito a oito cargos de confiança, para segurança e apoio pessoal, assessoria e motorista. Dois carros oficiais também ficam à sua disposição. Hoje, sete servidores trabalham para Collor. Segundo dados do Portal da Transparência, os gastos somam quase R$ 100 mil por mês e superam R$ 1 milhão ao ano.”

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Ler 9 comentários
  1. Collor renunciou à presidência. Como pode ter direito a benesses de ex-presidentes? Quanto tempo é necessário para que uma vez empossado, alguém tenha o direito a essa palhaçada? Um dia?

  2. Isso é um absurdo tem de acabar. Só uma Assembleia Legislativa Constituinte, formada por juristas e pessoas sérias, para formular uma nova constituição enxuta e transparente acabando de vez com esses puxadinhos criados propositalmente por políticos inescrupulosos na constituição de 1988 para se beneficiarem com reeleição sem fim e enriquecerem sem serem incomodados, perpetuando-se no poder até a velhice criando um ciclo hereditário logo em seguida.

  3. O tratamento VIP dado a ex presidentes – e que ex presidentes! – é outra excrescência, como o foro privilegiado, que deveria acabar. Nossos políticos imitaram regras aplicadas em outros países, esquecendo-se de replicar o comportamento estrangeiro no trato com corruptos. Onde mais um condenado poderia se considerar apto a governar o país???

  4. O custo deste câncer nós sabemos…..
    Qual o benefício q este cidadão traz a política ou ao país?
    Quais são os projetos q ele apresenta no senado? qual a participação dele nas discussões?
    Se alguém souber pf me informe….