O presidente do BNDES é um fato velho

No post “O “tesoureiro de Dilma e o BNDES”, relatamos que, a oito dias do segundo turno, Edinho Silva, o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, a ex-guerrilheira de esquerda, procurou o dono da UTC, Ricardo Pessoa, e recebeu 3,5 milhões de reais, que se somaram aos 14,5 milhões de reais que a empreiteira pagara no primeiro turno. Pessoa encontrou-se com Edinho a pedido de Luciano Coutinho, presidente do BNDES.
A pergunta nova é: por que Luciano Coutinho sugeriu um contato entre um empresário que buscava financiamento no BNDES e o  tesoureiro da campanha Dilma?
Mas há uma pergunta velha: Por que o BNDES, de Luciano Coutinho, vem obstruindo na Justiça uma auditoria do TCU sobre empréstimos que totalizam 8 bilhões de reais dados pelo banco à JBS/Friboi? 
A alegação é de que a auditoria quebraria ilegalmente o sigilo bancário da empresa.
A JBS/Friboi foi a maior doadora da campanha do PT. Mas temos a impressão de que, nesse caso, Luciano Coutinho não teve de pedir aos donos da JBS/Friboi  que encontrassem Edinho Silva.

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