ACESSE

O prêt-à-porter de Toffoli

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Dias Toffoli defendeu sua decisão de suspender o processo de Flávio Bolsonaro e de centenas de outros investigados.

Ele disse para a Folha de S. Paulo (claro):

“Só não quer o controle do Judiciário quem quer Estado fascista e policialesco, que escolhe suas vítimas. Ao invés de Justiça, querem vingança.”

E mais:

“É uma defesa de todos os cidadãos, pessoas jurídicas e instituições contra a possibilidade de dominarem o Estado e, assim, atingirem as pessoas sem as garantias constitucionais de respeito aos direitos fundamentais e da competência do Poder Judiciário.”

E mais:

“Qual seria a razão de não pedir permissão ao Judiciário? Fazer investigações de gaveta? ‘Prêt-à-porter’ contra quem desejar conforme conveniências? Não se faz Justiça por meio de perseguição e vingança sem o controle do Poder Judiciário.”

E quem estava fazendo isso?

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