O propinoduto uruguaio

A Acrônimo investiga o pagamento de propina da OAS para a campanha de Fernando Pimentel.

O delator Bené disse que a empreiteira repassou 3 milhões de reais em dinheiro vivo para o governador mineiro em troca de um contrato para a construção de um gasoduto no Uruguai.

Fernando Pimentel, segundo ele, era ligado ao governo de Pepe Mujica, que além de liberar a maconha, liberou também a propina.

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