O short preto de Pezão

Ao contrário de Lula, que tem regalias em sua cela, Luiz Fernando Pezão foi enquadrado na Unidade Prisional da PM.

Segundo O Globo, “ele foi obrigado pela direção da cadeia a usar o mesmo uniforme dos demais detentos: um short preto com camisa branca.

Funcionários do presídio contaram que, inicialmente, ele pediu para usar suas próprias roupas, já que não é policial militar. O diretor da unidade negou o pedido.

O governador teve os cabelos cortados.”

Prepare-se para combater esse “velho Brasil”. Saiba mais AQUI

Temas relacionados:

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

200

Ler mais 70 comentários
  1. Classe Politica acabou com sua propria reputação , Deputados Federais e Estaduais , Vereador , Governador e Senador , no Brasil eles não cuidam do Povo e seu País , só roubam e cuidam de seus int

  2. É isso no que dá sermos o país dos “jeitinhos”. Ministros que deveriam estar presos, chamam a PF para defende-los, Políticos continuam a cometendo crimes e Lula ainda não está de macacão lar

    1. Pé de Mesa manda avisar que dispensa a gentileza mas pede para colocar a múmia em outra cela, diz que não é hemorroidas para gostar de c… de velho…

    1. São muitas “instituições” que custam uma fortuna ao erário e ao contribuinte, mas que na prática não funciona como deveria. Lembra do resultado do julgamento da cassação da chapa Dilma/Temer

  3. Esse é o correto, o que dá chance de reclamações dos advogados de outros presos, são diferenças de tratamento. Hoje, Iate de Eike leilão, condenado TRINTA anos, solto. Como entender? 🆘

  4. É isso! Bandidaço, ladravaz, corrupto, criminoso, assaltante do dinheiro alheio, têm que ser tratado com os demais presidiários. O Lula também deveria ir para a sua masmorra! Chega de privilégio

    1. Poder para isso ele terá, pois o Sistema Penitenciário Nacional estará sob ele. O rabuleto engomadinho está brincando com fogo, atacando Moro ainda agora. Vingue-se, querido dr Moro.