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O social-darwinismo de Bolsonaro

O Estadão, em editorial, diz que “o médico Nelson Teich pediu demissão do cargo de ministro da Saúde menos de um mês depois de assumi-lo, provavelmente em respeito a seu juramento profissional, que diz, entre outras coisas: ‘A ninguém darei por comprazer nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda’ (…).

Qualquer médico que assuma o Ministério da Saúde e queira permanecer no cargo por mais de 15 dias terá que renunciar a esse juramento. Será, portanto, um mau profissional de saúde, que aceitará reduzir o Ministério da Saúde a mero despachante dos patológicos desejos de Bolsonaro. Pior, será um cúmplice de um empreendimento que, sem exagero, já pode ser chamado de social-darwinista – em que a morte por Covid-19 é vista como uma forma de depuração da sociedade, pois só abate aqueles que não têm ‘histórico de atleta’”.

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