O submundo da Zelotes

O Antagonista revelou ontem que os lobistas Mauro e Cristina Marcondes recorreram à espionagem clandestina para monitorar o procurador José Alfredo, que hoje integra a força-tarefa da Operação Zelotes.

O mesmo casal também contratou os serviços de um escritório de investigação particular para reagir a tentativas de achaque de um assessor político do Piauí. O escritório funciona sob a fachada de “intermediação de negócios financeiros” e pertence ao ex-policial civil Marcos Wagner Machado.

Na busca feita no local, a PF apreendeu duas armas de fogo. Para a PF, o modus operandi da dupla poderia ser empregado contra a Zelotes.

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