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O travesseiro de Roberto Gurgel

O caso dos R$ 100 milhões da Postalis para Manguinhos, revelado há pouco por O Antagonista, traz uma reflexão importante sobre a investigação contra Eduardo Cunha que Roberto Gurgel, então PGR, mandou arquivar em 2013.

Cunha era suspeito de fazer tráfico de influência para Ricardo Magro na Braskem. Também estavam envolvidos o então diretor de relações institucionais da Odebrecht, Claudio Melo Filho, e Marcelo Sereno, ex-assessor de José Dirceu.

Todos os envolvidos foram presos, posteriormente, em outras investigações. Melo Filho, inclusive, virou um dos principais delatores da Odebrecht contra o PMDB. Mas Gurgel, em seu parecer, avaliou que a conduta de Cunha era apenas “condenável sob o ponto de vista ético”, mas não tipificava “infração penal”.

Exclusivo: Lava Jato rastreia 100 milhões do Postalis para Manguinhos

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