OKAMOTTO TENTOU OCULTAR BENS

Como informamos mais cedo, a Lava Jato descobriu que parte dos bens da mudança de Lula do Palácio do Planalto foi armazenada em depósito da empresa Granero e que os custos deste armazenamento, cerca de R$ 1,3 milhão, foram arcados pela OAS.

Os investigadores descobriram ainda que a Granero emitiu em 22 de outubro de 2010 orçamento a pedido de Paulo Tarciso Okamotto, o que foi aprovado por Lula em 27 de dezembro.

O contrato, que previa pagamento mensal de R$ 21,5 mil, foi celebrado entre a Granero e a OAS, com descrição de “armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativa de propriedade da Construtora OAS Ltda”.

Ou seja, tudo foi feito para ocultar o real objeto do contrato e seu titular.

Não bastasse isso, quando surgiram as suspeitas sobre a mudança de Lula, ele mandou rescindir o contrato e sumir com os bens. Em janeiro, Okamotto determinou a entrega do bens para terceiros.

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