Onde está o patrocínio do Torneio Touchdown?

Talvez, um dos trechos mais risíveis da entrevista de Luleco ao UOL sobre sua atividade como cartola de futebol americano seja o seguinte:

“Minha empresa gere uma Liga onde os clubes são contratados por mim. Eu pago os clubes, dou um incentivo igual a todos, desde o melhor até o pior. E a gente investe no clube para que o clube tenha uma base para trabalhar.”

O Antagonista ouviu presidentes e ex-jogadores de times que disputam o Torneio Touchdown. O investimento de Luleco nos times é o repasse de apenas R$ 20 mil por ano e o pagamento dos árbitros e do aluguel de uma ambulância.

Os clubes, por sua vez, devem bancar todo o resto: passagens, uniformes, tratamento médico, hospedagem e o salário – ainda que seja uma mixaria – dos jogadores. Os clubes são obrigados a fornecer até o campo de mando, já com balizamento e pinturas.

O mais chocante dessa história, que O Antagonista começa a revelar aos poucos, é que Luleco nem sequer acompanhava os jogos do Torneio Touchdown. “Ele apareceu em algumas finais e só”, relata um dirigente de clube.

Então o que exatamente Luleco fez com todo o dinheiro arrecadado com patrocinadores, como Budweiser (grupo Inbev), Energético TNT (Cervejaria Petrópolis), Caoa Hyndai, Tigre, Sustenta Energia (grupo JHSF), Qualicorp e Gol?

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