Operação começou com carta de Mônica

A Operação Acarajé começou com a apreensão da carta de Mônica Santana na casa do operador Zwi Skornicki, com indicações de repasses à offshore Shellbill.

A quebra de sigilo dessa conta já revelou repasse de US$ 500 mil, em 13 de abril de 2012, da offshore Inovation para a Shellbill. E outro repasse de US$ 1 milhão, em 11 de julho de 2012, a partir da offshore Clifford, ligada à Odebrecht.

Também foram identificados dois repasses da Clifford para a Shellbill, em 4 e 11 de março de 2013, de US$ 700 mil e US$ 800 mil.

A Lava Jato descobriu ainda que João Santana adquiriu um apartamento de R$ 3 milhões em São Paulo com parte do dinheiro repassado pela offshore da Odebrecht.