Operação contra Márcio Lobão teve propósito de humilhar, diz defesa

A defesa de Márcio Lobão afirmou que a Operação Vernissage, decretada anteontem para investigar lavagem de dinheiro com obras de arte, “teve o único e vazio propósito de humilhar o acusado”.

“Essa busca e apreensão foi abusiva e arbitrária, pois Márcio já era depositário fiel das obras de arte”, disse, em nota, o advogado Fabio Medina Osorio.

Ele disse que o STF permitiu que Márcio ficasse com as obras e que a União terá um custo enorme para armazená-las, “correndo o risco de ter que indenizar o proprietário diante de eventuais danos”.

Leia a íntegra:

Esclareço que não foi efetivada nenhuma transação destes artistas chamados Alex Cerveny e Eduardo Berliner . Ou seja , crime impossível. Essa busca e apreensão foi abusiva e arbitrária, pois Márcio já era depositário fiel das obras de arte. Além disso, foi o STF que o nomeou depositário. A União Federal terá um custo enorme e desnecessário com o armazenamento dessas obras, correndo o risco de ter que indenizar o proprietário diante de eventuais danos. A operação teve o único e vazio propósito de humilhar o acusado. Os vazamentos de conversas são seletivos e fora de contexto.

Fabio Medina Osorio

Leia mais: Crusoé também fiscaliza o outro lado do balcão do Judiciário: os advogados.
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