Operação contra Wassef fez nova busca no sítio que abrigou Queiroz

A Operação E$quema S, deflagrada hoje para aprofundar investigações sobre mais de 30 advogados contratados por Orlando Diniz, também fez buscas no sítio de Frederick Wassef em Atibaia (SP), o mesmo que abrigou Fabrício Queiroz até junho.

Como mostramos mais cedo, Wassef tornou-se alvo da Lava Jato do Rio por receber ao menos 2,6 milhões da Fecomércio, Sesc e Senac. O Ministério Público Federal suspeita de lavagem de dinheiro, uma vez que os valores foram repassados por meio da banca da advogada Luiza Eluf.

Na operação de hoje, o MPF pediu que fossem coletados no escritório Wassef & Sonnenburg Sociedade de Advogados, localizado no bairro Jardim dos Pinheiros, em Atibaia, “quaisquer documentos, mídias e outras provas relacionadas aos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa relacionados aos nomes que orbitam sobre as entidades do Sistema S carioca”.

Em junho, ao pedir a prisão de Queiroz, o Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que a casa era um esconderijo, para que ele pudesse escapar das investigações sobre a rachadinha no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.

“Apesar de alegar não poder depor por suposta indicação médica, o operador financeiro da organização criminosa levava uma vida confortável e ativa, aparentando estar bastante saudável, chegando a ingerir bebidas alcoólicas e comer churrasco com ‘amiguinhas’ de seu filho.”

Leia mais: EXCLUSIVO: SAQUES DE QUEIROZ, DEPÓSITOS PARA FLÁVIO BOLSONARO
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