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Operação envolvendo França não deve interferir nos planos de Alckmin e PSB

Partido classifica ação como política e divergências maiores entre PT e a sigla estão relacionadas aos palanques eleitorais, principalmente em SP e RS
Operação envolvendo França não deve interferir nos planos de Alckmin e PSB
Reprodução/Instagram

Integrantes da executiva nacional do PSB, ouvidos em caráter reservado por O Antagonista, afirmam que a operação da Polícia Civil envolvendo o pré-candidato do PSB ao governo de São Paulo Márcio França (foto) não deve interferir nos planos de filiar Geraldo Alckmin ao PSB ou nas tratativas para a formalização da chapa “Lulalckmin” para as eleições presidenciais deste ano.

Na visão da cúpula do partido, o problema não está relacionado à investigação – classificada como meramente política por alguns integrantes da sigla. Os gargalos são os palanques regionais em estados-chaves, como São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

O PSB espera do PT uma sinalização em favor das candidaturas de França em São Paulo; de Beto Albuquerque no Rio Grande do Sul; e de Geraldo Júlio em Pernambuco. No caso específico do estado de Miguel Arraes, nem mesmo o PSB bateu o martelo em favor do ex-prefeito de Recife.

Além disso, como mostramos há pouco, o PT não deve usar a ação policial para tentar convencer o PSB a desistir da candidatura de França. O ex-governador tem apoio da cúpula do PSB, principalmente do presidente Carlos Siqueira.

“Essa operação não vai interferir em absolutamente nada”, admitiu um membro do PSB que acompanha de perto as negociações.

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