O ‘operador’ de Delfim Netto

Flávio Barra, da Andrade Gutierrez, disse em sua delação premiada ter pago propina de R$ 15 milhões a Delfim Netto por ele ter ajudado a montar consórcio que disputou o contrato de Belo Monte.

O dinheiro chegou ao ex-ministro por meio de contratos fictícios de empresas do sobrinho Luiz Appolônio Neto.

Appolônio Neto é apontado pela Operação Dona Xepa como beneficiário de propina da Odebrecht, sob a alcunha de “professor”.

Numa das planilhas obtidas com a secretária que cuidava do setor de Operações Estruturadas, há registro do repasse de R$ 240 mil no dia 22 de outubro de 2014, poucos dias antes do segundo turno eleitoral.

A Lava Jato já descobriu que Delfim Netto escrevia artigos sob encomenda de Lula. Appolônio Neto, pelo visto, não era o “professor” destinatário final da propina da Odebrecht.

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;

Ler 11 comentários
  1. A enrolação continua! Já não era para terem sido distribuídas as cópias do relatório no início da sessão? Desse jeito isso vai longe. É o que querem os deputados “não vai ter golpe” , atrasarem ao máximo o impeachment.Vamos senhor presidente! Avante!

  2. Esse presidente é um perfeito BOSTA, quer ser politicamente correto, coisa de politiqueiro made in Brasil Sujo, os PTralhas fazem Gato e Sapato, até o Tropeço da AGU tá lá como intruso para defender a Meliante, quando esse outro Bosta deveria defender a União que sofre o GOLPE DESSA BANDIDAGEM PTista, É UM VERDADEIRO PUTEIRO BRASIL (redundância)

  3. 90% do povo quer o impeachment! Os representantes do povo tem que representar a vontade popular. Qualquer resultado diferente nos autoriza a enxotar os bandidos do Congresso pela força mesmo. Deu! Bastou! Cansamos!

  4. Rosso, esta entrando no jogo petista, e evitando o relator de começar a leitura, ai as 5 sessões vão para o brejo e tudo é anulado, o pt quer que advocacia inicia defesa sem o relatório, safadeza