A lei do silêncio

A IstoÉ faz um compilado de casos de colaboradores e até advogados de colaboradores da Lava Jato que sofreram, ao longo do processo, ameaças de gente envolvida no petrolão.

Cita Lúcio Funaro, que ameaçou tocar fogo na casa de Fábio Cleto, delator do esquema no FI-FGTS. O mesmo Funaro, segundo a revista, teria ameaçado com uma pistola a advogada Beatriz Catta-Preta.

Também foram pressionados o empresário Hermes Magnus, responsável pela denúncia seminal da Lava Jato e que se viu obrigado a deixar o país, e o lobista Fernando Moura, que até mudou a versão de sua delação após se sentir pressionado. Por mentir, acabou perdendo o benefício.

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