Os coadjuvantes

Neste domingo, o editorial do Estadão analisou o papel da oposição em 2015. E não conseguiu fugir do sentimento de profunda decepção com o trabalho realizado até aqui. Em determinado trecho, o jornal deu a receita do que estaria faltando:

“Em sua modorra, os partidos de oposição parecem preferir o papel de coadjuvantes. Simplesmente compõem a cena: calados, quietos, bem comportados, esperando que surja um vácuo de poder para, talvez aí, acordarem de sua letargia. Ora, isso é ignorar as regras básicas da política, que não premia – é cristalino o exemplo de Eduardo Cunha – os preguiçosos. Política exige trabalho. Exige risco. Exige compromisso.”

Trabalho, risco e compromisso.

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