Os códigos da guerrilheira

João Santana conta nesse trecho da delação que Dilma usava metáforas para avisá-lo sobre o desenrolar da Lava Jato. Quando soube da ordem de prisão contra o marqueteiro e Mônica Moura, a petista escreveu que um amigo estava muito doente e sua mulher também.

É linguagem típica da guerrilha.

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